Fibromialgia
Dor espalhada pelo corpo, cansaço, sono não reparador e dificuldade de concentração. O diagnóstico é clínico e depende da história e do exame médico.
Atendimento para quem convive com dor persistente, cansaço, sono ruim ou doenças autoimunes. A consulta começa pela sua história, passa pelo exame físico e termina com um plano discutido junto com você.
Cada quadro é avaliado de forma individual, considerando a história, o exame físico e as necessidades de cada pessoa.
Dor espalhada pelo corpo, cansaço, sono não reparador e dificuldade de concentração. O diagnóstico é clínico e depende da história e do exame médico.
Acompanhamento de dores que persistem por meses, com investigação dos fatores envolvidos e organização de um tratamento individualizado.
Dor, rigidez e dificuldade de movimentação nas articulações. O plano costuma reunir exercício, fortalecimento, controle do peso e medicação quando indicada.
Doença inflamatória que pode causar dor, inchaço e rigidez nas articulações, com necessidade de acompanhamento regular.
Doença autoimune que pode afetar diferentes órgãos e exige avaliação e seguimento individualizados.
Redução da resistência dos ossos, com aumento do risco de fraturas. Avaliação de risco, investigação e acompanhamento.
Grupo de doenças inflamatórias que podem atingir principalmente a coluna, as articulações e os tendões.
Síndrome de Sjögren, gota e demais condições que necessitam de acompanhamento reumatológico especializado.
O diagnóstico e a definição do tratamento dependem de avaliação médica individual. Este conteúdo tem finalidade informativa.
Se você reconhece um ou mais destes sinais há algum tempo, uma avaliação especializada pode ajudar a organizar a investigação.
Os números abaixo vêm de levantamentos populacionais e de sociedades médicas. Eles não descrevem resultados de tratamento: servem para mostrar o tamanho do problema e por que a avaliação especializada faz diferença.
Dor crônica na coluna, população adulta brasileira
Fonte · Pesquisa Nacional de Saúde / Rev. Saúde Pública, 2017
1 em cada 3mulheres acima de 50 anos
terá uma fratura por osteoporose ao longo da vida. É uma doença silenciosa: costuma se manifestar só na primeira fratura, e a avaliação do risco pode acontecer bem antes disso.
Fonte · International Osteoporosis FoundationSobre estes dados: são estimativas de estudos populacionais e de diretrizes médicas brasileiras e internacionais, apresentadas com finalidade educativa. Não representam resultados de pacientes atendidos neste consultório nem garantem qualquer desfecho individual. Diagnóstico e tratamento dependem sempre de avaliação médica presencial.
Acredito que a consulta boa é aquela em que a pessoa termina entendendo o que tem, por que tem e o que fazer a partir dali.
Sou médico reumatologista, com residência em Clínica Médica e em Reumatologia, título de especialista pela Sociedade Brasileira de Reumatologia e mestrado em Ciências da Saúde. Atendo pessoas que convivem com dor crônica, fibromialgia, artrose e doenças autoimunes.
Nasci no Rio de Janeiro e cresci em Andradina, cidade onde vivo com minha esposa e meus filhos. A escolha pela Medicina veio de casa: meu pai era anestesista. A Reumatologia apareceu na formação, com um professor que me mostrou uma especialidade capaz de acompanhar a pessoa por anos, e não apenas de resolver um episódio.
Além do consultório, atuo na docência e passei por atendimento público, gestão médica e sala de emergência. Essa trajetória ajuda em duas coisas: traduzir assunto difícil em palavra simples e reconhecer rapidamente o que precisa de urgência.
Espaço reservado para inclusão de outras formações e instituições posteriormente.
Formação médica com atuação dedicada ao cuidado das pessoas.
Residência e especialização voltadas às doenças reumatológicas e à dor crônica.
Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Reumatologia.
Formação acadêmica avançada, com produção científica publicada.
Registro profissional e Qualificação de Especialista.
Atuação no ensino médico e estudo permanente para oferecer condutas baseadas em evidências.
A trajetória acadêmica completa e a produção científica podem ser consultadas no Currículo Lattes (CNPq).
Ver Currículo LattesO atendimento é feito somente de forma particular. A nota fiscal da consulta é emitida e pode ser usada para solicitar reembolso junto ao seu plano de saúde, quando o plano prevê essa possibilidade, ou para a declaração de imposto de renda.
Não é necessário encaminhamento para agendar. Se você já tem um pedido, relatório ou parecer de outro médico, leve junto: ajuda na avaliação, mas não é um requisito.
Leve os exames que já realizou, inclusive os mais antigos, e a lista dos medicamentos que está usando. Se você não tem exames, não há problema: a avaliação começa pela sua história e pelo exame físico.
Não existe exame de sangue ou de imagem que confirme a fibromialgia. O diagnóstico é clínico e depende da história dos sintomas e do exame médico. Quando exames são solicitados, costumam servir para investigar outras causas possíveis.
Não. As doenças reumáticas podem aparecer em qualquer idade. Fibromialgia, lúpus, artrite reumatoide e espondiloartrites são frequentemente diagnosticadas em adultos jovens e de meia-idade.
Nem sempre. Em alguns casos a avaliação inicial já permite uma conclusão; em outros, é necessário solicitar exames e reavaliar. O que a primeira consulta sempre traz é uma explicação clara sobre as possibilidades e sobre os próximos passos.
Não. A dor pode existir mesmo quando os exames não mostram alterações. Um resultado normal ajuda a excluir algumas hipóteses, mas não encerra a avaliação de quem continua com sintomas.
Sim. O atendimento é exclusivamente presencial, no consultório em Andradina/SP.
Mesmo quando a dor é crônica, existem caminhos para reduzir seu impacto e recuperar qualidade de vida. Uma avaliação individualizada ajuda a entender os sintomas e organizar os próximos passos.
Atendimento em Andradina/SP. Use um dos canais abaixo para agendar sua consulta.
Atendimento particular · exclusivamente presencial