Artrite reumatoide
Doença autoimune que inflama as articulações, com dor, inchaço e rigidez pela manhã, geralmente em mãos e punhos. O diagnóstico precoce ajuda a preservar as articulações.
Reumatologia em Pato Branco
Médico reumatologista com mais de duas décadas de experiência, atende em Pato Branco desde 2008 e é professor de Medicina. Acompanha doenças como artrite reumatoide, artrose, fibromialgia, lúpus, osteoporose e gota, em uma consulta que busca entender o que está acontecendo antes de definir qualquer conduta.
Consultório no centro de Pato Branco · Atendimento a toda a região sudoeste do Paraná
Quem é o Dr. Maicon
Médico reumatologista · CRM-PR [número] · RQE [número]
Há mais de duas décadas dedicado à Reumatologia, atende em Pato Branco desde 2008. Ao longo desse tempo acompanhou milhares de histórias de pacientes com doenças inflamatórias, autoimunes, degenerativas e metabólicas, e cuida há muitos anos de pessoas com fibromialgia.
Como professor de Medicina, participa da formação de novos médicos. Isso aparece no jeito de atender: explicar com clareza o que está acontecendo, por que cada exame foi pedido e por que cada conduta foi escolhida.
Como é a consulta
A consulta reumatológica não começa pelo pedido de exames. Começa pela sua história e termina com uma conduta que você entende.
Como os sintomas começaram, como evoluíram, o que já foi tentado e o quanto afetam o sono, o trabalho e a rotina. Uma boa história clínica é a base de todo diagnóstico em Reumatologia.
Exame clínico reumatológico detalhado e revisão dos exames que você já trouxe. Novos exames são solicitados quando ajudam a definir a conduta, não por protocolo.
História, exame físico e resultados são analisados em conjunto para chegar ao diagnóstico ou às hipóteses mais prováveis, afastando doenças com sintomas parecidos.
Você sai sabendo o que tem, o que isso significa para a sua vida e quais são os próximos passos. Entender a própria condição faz parte do tratamento.
Um plano individual, que pode incluir medicamentos, orientações, exames complementares ou encaminhamento a outros profissionais quando for o mais adequado.
Doenças reumáticas pedem acompanhamento. O tratamento é revisto em retornos periódicos e ajustado conforme a sua evolução real.
Principais condições acompanhadas
A Reumatologia cuida das articulações, dos ossos, dos músculos e das doenças autoimunes que podem afetar o corpo como um todo. Estas são algumas das condições mais frequentes no consultório.
Doença autoimune que inflama as articulações, com dor, inchaço e rigidez pela manhã, geralmente em mãos e punhos. O diagnóstico precoce ajuda a preservar as articulações.
Desgaste progressivo da cartilagem, mais comum em joelhos, quadris, mãos e coluna. A dor costuma piorar com o uso, e o acompanhamento ajuda a manter a mobilidade.
Dor espalhada pelo corpo, associada a cansaço, sono que não descansa e dificuldade de concentração. Tem diagnóstico clínico e exige um cuidado que vai além dos analgésicos.
Doença autoimune que pode atingir articulações, pele, rins e outros órgãos, com manifestações muito diferentes de uma pessoa para outra. Requer acompanhamento próximo.
Perda de massa e resistência dos ossos, que costuma ser silenciosa até a primeira fratura. Por isso a avaliação e a prevenção fazem tanta diferença.
Crises de dor intensa e inchaço súbito em uma articulação, muitas vezes no dedão do pé, causadas pelo depósito de cristais de ácido úrico. Tem tratamento para evitar novas crises.
Dores causadas por lesões, sobrecarga, problemas mecânicos de coluna ou de tendões muitas vezes pertencem a outras especialidades. Parte do trabalho da consulta é justamente esclarecer se a origem é reumatológica e, quando não for, orientar o caminho mais adequado.
Antes de agendar
Leia com calma e marque os que fazem parte da sua rotina. O objetivo não é diagnosticar, e sim ajudar você a organizar a sua história antes da consulta.
Fibromialgia
A fibromialgia é uma das condições que o Dr. Maicon acompanha há mais tempo na Reumatologia. Muitas vezes ela chega ao consultório depois de anos de sintomas sem um diagnóstico claro.
Como ela funciona
Na fibromialgia, a alteração está principalmente na forma como o sistema nervoso processa os estímulos. Sinais que normalmente seriam leves passam a ser percebidos com mais intensidade, e a dor se espalha e se mantém.
Por que os exames vêm normais
Radiografias, ressonâncias e exames de sangue mostram estruturas e inflamação. Como a fibromialgia não altera essas estruturas, os resultados costumam vir normais. O diagnóstico depende de uma consulta detalhada, que também afasta outras doenças com sintomas parecidos.
Por que o cuidado é contínuo
Analgésicos isolados costumam trazer um alívio parcial. O tratamento combina orientação, atividade física adequada, cuidado com o sono, medicamentos quando indicados e acompanhamento regular.
Representação simplificada, apenas para ilustrar a diferença entre um processamento habitual e um processamento amplificado, como ocorre na fibromialgia.
O estímulo gera um sinal proporcional, que se apaga quando deixa de ser necessário.
O mesmo estímulo gera um sinal mais intenso e prolongado, que continua ativo.
“Talvez a minha dor não seja tão simples quanto parecia. E talvez eu venha tratando só o sintoma.”
Foi acompanhando pacientes com fibromialgia ao longo dos anos que o Dr. Maicon buscou formação em neuromodulação, como um recurso a mais para casos selecionados.
Entender a neuromodulaçãoUma evolução da experiência com fibromialgia
A neuromodulação entrou na prática do Dr. Maicon como uma evolução do cuidado com pacientes com fibromialgia. Após formação específica na área, ele passou a utilizar a tDCS (estimulação transcraniana por corrente contínua), uma técnica não invasiva que aplica uma corrente elétrica de baixa intensidade, por meio de eletrodos posicionados sobre o couro cabeludo, para modular a atividade de regiões do cérebro.
Hoje ela pode ser considerada, sempre após avaliação médica, em:
Como se chega à neuromodulação
Nenhuma técnica isolada resolve todos os casos. A resposta à neuromodulação varia de pessoa para pessoa, e a indicação depende de avaliação criteriosa. Por isso o primeiro passo é sempre a consulta, e não a sessão.
Perguntas frequentes
Quando há dor ou inchaço nas articulações que não passam, rigidez prolongada ao acordar, dor espalhada pelo corpo com cansaço, crises de dor intensa em uma articulação, sintomas articulares junto com alterações na pele ou febre, ou fraturas com traumas pequenos. Também quando outro médico sugere a avaliação ou quando há um diagnóstico reumatológico que precisa de acompanhamento.
Não. Lesões, sobrecargas, problemas mecânicos de coluna e de tendões muitas vezes são acompanhados por outras especialidades. A consulta ajuda a esclarecer se a origem é reumatológica e, quando não for, a orientar o caminho mais adequado.
Faz. Na fibromialgia a alteração está na forma como o sistema nervoso processa a dor, e não nas estruturas que os exames enxergam. O diagnóstico é clínico e depende de uma consulta detalhada, que também investiga outras doenças com sintomas parecidos.
É uma avaliação completa: escuta da sua história, análise dos tratamentos e exames que você já realizou, exame clínico reumatológico detalhado e explicação das hipóteses e dos próximos passos. Vale levar os exames anteriores e a lista dos medicamentos em uso.
O Dr. Maicon utiliza a tDCS, uma técnica não invasiva que aplica corrente elétrica de baixa intensidade sobre o couro cabeludo para modular a atividade de regiões do cérebro. Ela pode ser considerada em pacientes com fibromialgia e em pacientes selecionados com ansiedade ou depressão. A indicação é sempre individual e só acontece depois de uma avaliação médica.
Não. Ela é um recurso complementar. Não substitui o tratamento reumatológico, o acompanhamento psiquiátrico, a psicoterapia nem os medicamentos em uso, e qualquer mudança no tratamento é conversada com os profissionais que já acompanham você.
Sim. O consultório recebe pacientes de Pato Branco e de toda a região sudoeste do Paraná. Quem vem de cidades vizinhas costuma concentrar consulta e retornos em visitas programadas, e a equipe ajuda a organizar os horários pelo WhatsApp.
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Onde estamos
R. Itabira, 1615 · Anexo à Oncovita
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