Consulta na casa do paciente
Sem deslocamento, sem sala de espera, sem desgaste. O atendimento acontece onde ele já está e é ali que dá para observar o que uma consulta de consultório não mostra.
Medicina de Família E COMUNIDADE
Alguém que você ama já não consegue ir ao médico, e você não precisa resolver isso sozinho(a).
Dra. Manuela Chianca, médica de família e comunidade, em Brasília. A consulta acontece na casa do paciente, com acompanhamento contínuo e a família participando das decisões.
Atendimento particularAgendamento pelo WhatsAppVisitas às quintas-feiras
Você reconhece isso em casa?
Nem todo paciente preenche os critérios que o plano exige para liberar o home care. E nem todo paciente consegue enfrentar deslocamento, estacionamento e sala de espera para uma consulta de quinze minutos. Quando as duas coisas acontecem juntas, o cuidado simplesmente para e a família passa a decidir sozinha.
“Pedir ajuda para cuidar não é abrir mão do cuidado. É garantir que ele seja sustentável.”
Como funciona
Nenhuma decisão é tomada às pressas. Cada etapa existe para que a família entenda o que está acontecendo e participe do que vem a seguir.
Pelo WhatsApp, com a Vanessa, enfermeira da equipe. Ela ouve a situação e tira as primeiras dúvidas, sem compromisso de agendar.
Antes de qualquer visita, uma conversa por telefone para entender o contexto: rotina, mobilidade, quem acompanha e o que a família espera do acompanhamento.
A Dra. Manuela faz a primeira consulta na residência, com tempo para examinar, ouvir o paciente e conversar com a família. É a partir dela que se define a frequência que faz sentido.
Visitas periódicas, revisão do plano de cuidado e um canal aberto com a equipe. A família deixa de decidir no escuro.
CRM-DF 24196 · RQE 19382
Medicina de Família e Comunidade
Atendimento em português e inglês
Quem cuida da sua família
Médica de família e comunidade, com atuação dedicada ao cuidado longitudinal: aquele que acompanha a pessoa ao longo do tempo, não apenas em um episódio isolado.
Graduou-se em medicina pela Universidade de Brasília (UnB), com parte da formação realizada em Londres, pelo programa Ciências sem Fronteiras. Fez residência médica em Medicina de Família e Comunidade e, entre 2019 e 2021, atuou nessa área na comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro, onde consolidou uma prática construída dentro da casa das pessoas: conhecendo a rotina, a família e o contexto real de cada paciente.
Hoje atende em Brasília, no consultório e em domicílio, e coordena assistência médica em serviço de home care. É docente no CEUB e está iniciando sua formação em psicanálise pela Sociedade de Psicanálise de Brasília, filiada à Associação Psicanalítica Internacional (IPA), estudo que vem aprofundando a forma como escuta cada paciente e cada família.
“Cuidar de alguém em casa é entrar na vida real da pessoa. É ali que a medicina faz mais sentido e é ali que a família precisa se sentir amparada.”
Por que esse cuidado
O paciente não é uma soma de diagnósticos e a família não é plateia. Aqui, os dois participam.
Sem deslocamento, sem sala de espera, sem desgaste. O atendimento acontece onde ele já está e é ali que dá para observar o que uma consulta de consultório não mostra.
Uma médica que conhece o histórico por inteiro, acompanha a evolução e coordena o cuidado com os outros profissionais envolvidos.
As orientações são conversadas com quem cuida no dia a dia. Ninguém sai com uma folha de papel e nenhuma explicação.
Medicamentos, encaminhamentos e rotina são revisados periodicamente, com clareza sobre o que está sendo feito e por quê.
Decisões clínicas fundamentadas, explicadas em linguagem que a família entende, com as opções apresentadas de forma transparente.
Tempo para ouvir o paciente e também quem cuida dele. A sobrecarga do cuidador é parte do quadro, não um detalhe.
Para famílias estrangeiras em Brasília, atendimento domiciliar conduzido integralmente em inglês.
Pacientes que não preenchem os critérios do plano para o home care, mas que já não conseguem se deslocar até o consultório ou o hospital.
Para quem é indicado
O atendimento domiciliar não substitui serviço de urgência e emergência. Em situações de emergência, procure imediatamente o serviço de saúde mais próximo ou acione o SAMU pelo 192.
Um recado para você
Você provavelmente está lendo isso entre uma tarefa e outra. Talvez conciliando trabalho, casa e o cuidado de alguém que precisa cada vez mais de você.
O cansaço que você sente é real, não tem nada a ver com falta de capacidade ou de amor. Ele vem de estar sozinho(a) em decisões que deveriam ser compartilhadas com alguém que entenda do assunto.
Ter uma médica de referência acompanhando de perto não tira o seu papel, mas tira o peso de decidir no escuro.
Você não precisa saber o que fazer, mas sim de alguém para pensar junto.
Conversar sobre o meu casoDúvidas frequentes
Antes dela, fazemos uma conversa por telefone para entender a situação. Depois, a Dra. Manuela vai até a residência para a avaliação inicial, com tempo para examinar o paciente, ouvir a família e entender a rotina da casa. A partir dessa avaliação, vocês definem juntos a frequência do acompanhamento.
Depende de cada caso e é definido na avaliação inicial. Algumas famílias precisam de acompanhamento mensal; outras, de intervalos maiores. O plano é revisado conforme a necessidade muda.
[Confirmar com a Dra. Manuela e listar as regiões do DF atendidas.] Se a sua região não estiver na lista, vale conversar: em alguns casos conseguimos ajustar.
O atendimento é particular. Emitimos nota fiscal em todas as consultas, o que permite solicitar reembolso caso o seu plano tenha essa cobertura.
A equipe informa o valor no primeiro contato pelo WhatsApp, junto com a explicação do que está incluso.
Pode fazer. Muitas famílias buscam uma médica de referência para coordenar o cuidado e manter uma visão longitudinal do caso, mesmo com outros serviços atuando. Vale conversar sobre a sua situação.
Sim, e esse é o perfil mais comum aqui. Existe um grupo grande de pacientes que não preenche os critérios para o home care, mas que também não consegue mais se deslocar. É esse espaço que o atendimento domiciliar cobre.
Não. O acompanhamento é programado e não substitui serviço de urgência. Em emergências, procure o serviço de saúde mais próximo ou acione o SAMU pelo 192.
Sim. Ela é fluente em inglês e atende famílias estrangeiras normalmente, tanto em domicílio quanto no consultório.
Nesse caso, o atendimento no consultório costuma ser a melhor opção. A Dra. Manuela atende no Centro Clínico Norte I, na Asa Norte, às segundas e sextas.
O primeiro passo
Fale com a nossa equipe e entenda como funciona o acompanhamento domiciliar da Dra. Manuela Chianca. A primeira conversa é justamente para entender a situação da sua família.
Atendimento particular · Visitas domiciliares às quintas-feiras
Consultório na Asa Norte às segundas e sextas